Santuário Nossa Senhora da Lapa

Av. Gustavo Rosa, 450 - Bairro Independência - Vazante/MG

(34) 3813-1126

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Horários de Missas

DOMINGO

  • 07:00 – São Vicente
  • 08:00 – São João Batista
  • 08:30 – São Cristóvão
  • 09:30 – Santuário N. Sra. da Lapa
  • 10:00 – São Francisco
  • 18:00 – N. Sra. Aparecida
  • 19:00 – Santuário N. Sra. da Lapa
  • 19:30 – Sagrado Coração de Jesus

Segunda-feira

  • Grupo de Oração às 19:30

Terça-feira

  • 14:00 h. – Missa Saúde São Vicente (1ª do mês)
  • 19:00 h. – Missa N. Sra. de Fátima

Quarta-feira

  • Atendimento Escritório Paroquial
  • SOS Cura e Libertação – Salão São Vicente
  • 19:00 h. – Missa São Vicente

Quinta-feira

  • SOS Oração – Confissões: 09:00 à 11:00 e 14:30 à 17:00 – São Vicente
  • 19:00 – Santuário N. Sra. da Lapa

Sexta-feira

  • 18:00 – Missa Apostolado da Oração (1ª sexta) Claro Minas
  • 19:00 – Missa Apostolado da Oração (1ª sexta) Sagrado Coração
  • 19:00 – Missa N. Sra. Aparecida (2ª, 3ª e 4ª sexta)

Sábado 

  • 08:30 – Atendimento noivos e outros
  • 18:00 – Missa Claro de Minas
  • 19:30 – Missa Santa Rita de Cássia

TODO DIA 03 DE CADA MÊS: NOVENA PERPÉTUA DE N. Sra. DA LAPA 

  • 18:00 Terço Cantado – Gruta da Aparição
  • 19:00 – Missa –  Santuário (novena perpétua)

1ª Terça – Cristo Rei – Gameleira

2º Terça – São José Operário – Rio Escuro

4ª Terça – São José Operário – Rio Escuro

1ª Quarta –  N. Sra. de Fátima – Vazamor

2ª Quarta – São Miguel – Amoreira 

1º Quinta – Medalha Milagrosa – Tains

2ª Quinta – N. Sra. D´Abadia – Cachoeira

3ª Quinta – Santa Bárbara – Salobo

2ª Sexta – N. Sra. das Graças – Brejo

2ª Sexta – Santo Antônio – Bainha

3ª Sexta – N. Sra. Aparecida – Macaúba

4ª Sexta – Imaculada Conceição – Conceição da Santa Cruz

3º Sábado – N. Sra. de Fátima – Vazamor

Todo Sábado 18:00 – São Sebastião – Claro de Minas

A Santa Missa

Na Missa, os católicos celebram o sacrifício de Jesus Cristo na cruz, recordando a Última Ceia, na qual Jesus reuniu Seus apóstolos, durante a Páscoa do ano de Sua morte. Normalmente, aquela ceia seguiria o ritual das ceias cultuais judaicas, nas quais o hospedeiro tomava um pedaço de pão, erguia-o um palmo acima da mesa e dizia uma breve oração antes de dividi-lo com todos. Na Páscoa, para assegurar as graças divinas, a ceia incluía o sacrifício de um cordeiro. Jesus, porém, tomou o pão, partiu-o e disse: “Tomai, comei. Isto é o Meu Corpo que será entregue por vós”, colocando-Se no lugar do cordeiro. No fim da ceia, Jesus tomou o cálice de vinho e o abençoou, dizendo: “Bebei dele todos; porque isto é o Meu sangue, o sangue da Nova Aliança, derramado em favor de muitos para remissão de pecados”. Ao falar “Nova Aliança” (o mesmo que Novo Testamento), Jesus quis afirmar que não valia mais a Antiga Aliança (ou Antigo Testamento), pela qual Deus escolhera apenas o povo de Israel para ser o Seu povo. A Nova Aliança estabelecia uma nova relação entre Deus e os homens, segundo a qual todos os povos seriam chamados a ser filhos de Deus. Jesus terminou com a frase “Fazei isto em memória de mim” para deixar marcada no coração dos homens essa mudança, de uma forma especial.

Com isso, instituiu-se o sacramento da Eucaristia, que é o ritual central da Missa e a memória da paixão de Cristo. Nele, por meio da comunhão, mostramos nossa gratidão por poder partilhar a presença do Pai, do Filho e do Espírito Santo e revivem-se todos os momentos da memorável refeição de Jesus com os apóstolos, com o mesmo sentido de fraternidade.

A Missa apresenta quatro partes distintas. A primeira consiste dos Ritos Iniciais, marcando a chegada e a reunião de todos os convidados em torno da mesa. A segunda parte, uma animada conversa entre amigos que se encontram, é a Liturgia da Palavra, o alimento espiritual, a palavra de Deus – a Boa Nova que Jesus pregava. A terceira parte é a Liturgia Eucarística, o coração da Missa, que revive o mistério pascal de Cristo, ou seja, Sua morte e ressurreição. Com a consagração feita sobre o altar, a hóstia adquire as propriedades do corpo de Jesus, e os fiéis, como fizeram os apóstolos, tomam seu alimento sólido (o pão, agora em forma de hóstia) e podem tomar o vinho, seu alimento líquido (em muitas ocasiões o celebrante imerge a hóstia no cálice de vinho antes de oferecê-la ao fiel), ressurgindo com Cristo para uma nova existência. A quarta e última parte, a bênção e a despedida dos Ritos Finais, tem o mesmo sentido da bênção dada por Jesus a seus discípulos após Sua ressurreição: que apregoassem pelo mundo a palavra de Deus.